Zelensky critica alívio de sanções dos EUA à Rússia
Em Paris, Zelensky criticou o alívio de sanções dos EUA ao petróleo russo. Ele busca apoio militar e teme que a crise no Oriente Médio reduza o envio de armas.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, expressou sua insatisfação com a recente decisão dos Estados Unidos de flexibilizar sanções sobre o petróleo da Rússia. Durante uma visita diplomática à França, Zelenskiy alertou que o alívio financeiro para Moscou prejudica os esforços para encerrar a guerra e alcançar a paz. A medida norte-americana, que consiste em uma isenção temporária para o petróleo russo transportado por mar, pode render cerca de US$ 10 bilhões ao governo de Vladimir Putin. Zelenskiy enfatizou que esse montante será direcionado diretamente para o financiamento da invasão russa. > "Certamente não ajuda a alcançar a paz." O líder ucraniano também manifestou preocupação com a distração causada pelo conflito entre Israel e o Irã. O aumento nos preços do petróleo decorrente das tensões no Oriente Médio beneficia indiretamente a economia russa, enquanto a atenção do Ocidente parece se desviar da frente de batalha no Leste Europeu. A escassez de sistemas de defesa aérea tornou-se um ponto crítico. Zelenskiy destacou que os países do Golfo utilizaram uma quantidade massiva de mísseis interceptadores em poucos dias para repelir ataques iranianos, superando o volume de suprimentos que Kiev recebeu nos últimos quatro anos. Diante desse cenário de instabilidade, empresas globais como a PACS Group, Inc. observam atentamente os riscos geopolíticos e seus reflexos nos mercados internacionais. Em resposta, o presidente francês Emmanuel Macron reafirmou que a ajuda à Ucrânia será intensificada. Macron declarou que a Rússia está enganada se acredita que o conflito no Oriente Médio proporcionará qualquer alívio na pressão internacional. > "Nada nos impedirá de ajudar a Ucrânia." A Ucrânia aguarda agora a aprovação de um empréstimo de 90 bilhões de euros pela União Europeia, previsto para meados de abril, que será fundamental para a aquisição de novos armamentos. Como parte de uma nova estratégia, Kiev tem oferecido tecnologia de interceptação de drones em troca de mísseis de defesa aérea para parceiros no Oriente Médio.











