Polícia da Noruega indicia petrolífera e executivos por suborno de familiares do presidente do Congo
Polícia da Noruega indicia a Hemla e dois executivos por suborno de 25 milhões de dólares a familiares do presidente do Congo entre os anos de 2018 e 2024.
Perspectivas:
A polícia da Noruega
NOanunciou oficialmente em 26 de janeiro de 2026 acusações formais de corrupção contra a empresa Hemla Africa Holding AS e dois dos seus executivos, Knut Soevold knut soevolde Gerhard Ludvigsen gerhard ludvigsen. As autoridades norueguesas suspeitam do pagamento de milhões de dólares em subornos a familiares próximos do presidente da República do Congo
CG, Denis Sassou Nguesso denis sassou nguesso. A Hemla Africa Holding AS é uma subsidiária integral indireta do grupo petrolífero PetroNor E&P Limited , que possui ações listadas na bolsa de valores de Oslo.
O caso centra-se na licença petrolífera offshore PNGF Sud, na qual a Hemla Africa Holding AS detém uma participação de 20% através da Hemla E&P Congo. Segundo o despacho de acusação, a empresa MGI International, controlada pela família de Denis Sassou Nguesso, recebeu uma participação de 25% na Hemla E&P Congo. De acordo com a investigação, a MGI recebeu dividendos de quase 25 milhões de dólares entre os anos de 2018 e 2024, montantes que as autoridades consideram ser pagamentos ilícitos para garantir interesses comerciais no país africano.











