Transição energética global em 2025 revela divergência entre China e EUA
Em 2025, a transição energética global apresentou contrastes marcantes entre a China e os Estados Unidos. Enquanto a China alcançou um marco histórico ao gerar mais de 40% de sua eletricidade a partir de fontes limpas, os EUA aumentaram a produção de energia a carvão em 13%, revertendo o apoio federal às renováveis.
Perspectivas:
Em 2025, a transição energética global alcançou um ponto crítico, marcado por uma divergência acentuada entre as principais economias do mundo. A China, pela primeira vez, gerou mais de 40% de sua eletricidade a partir de fontes limpas, consolidando seu domínio em tecnologia e exportações de energia limpa. As exportações chinesas de tecnologia limpa totalizaram US$ 180 bilhões nos primeiros dez meses de 2025, com destaque para US$ 66 bilhões em sistemas de armazenamento de baterias e US$ 54 bilhões em veículos elétricos. Empresas como a BYD Company Limited e a XPeng Inc. têm desempenhado papéis cruciais nesse cenário.
Em contraste, os Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump donald trump, reverteram o apoio federal às energias renováveis, resultando em um aumento de 13% na produção de energia a carvão entre janeiro e novembro de 2025, o maior em três anos. Além disso, as emissões do setor elétrico dos EUA atingiram 1,526 bilhões de toneladas métricas de CO2, um aumento de 3% em relação ao ano anterior. Empresas como a Peabody Energy Corporation e a Coterra Energy Inc. se beneficiaram dessa reversão.
Apesar desses reveses políticos, o avanço tecnológico continuou. A capacidade de armazenamento de baterias nos EUA ultrapassou 39 gigawatts em 2025, um crescimento de 43% em relação a 2024. Nos mercados globais, a energia solar alcançou novos patamares, com países como Bulgária, Paquistão, Hungria e Polônia gerando mais de 20% de sua eletricidade a partir de fazendas solares em determinados períodos.
Enquanto a China, representada por empresas como a Tesla Inc. e a NIO Inc. , lidera a infraestrutura da transição energética global, os EUA enfrentam desafios significativos com a retirada do apoio federal às energias renováveis. A divergência entre as abordagens dos dois países em 2025 estabelece um ano de referência que destaca as diferenças estruturais nas estratégias de transição energética, sem prever resultados futuros.
O mercado global de energia limpa continua a evoluir, com o Invesco Solar ETF e o iShares Global Clean Energy ETF refletindo o crescente interesse dos investidores. A Enphase Energy Inc. e a Sunrun Inc. , através de sua subsidiária Vivint Solar , também têm contribuído para o avanço das tecnologias solares e de armazenamento de energia.









