CMN amplia acesso de aéreas ao fundo de aviação civil
O CMN flexibilizou o uso do FNAC para permitir gastos com treinos e garantias. O fundo deve liberar 4 bilhões de reais a partir de 2026 para apoiar o setor.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) do Brasil decidiu nesta quinta-feira flexibilizar as condições para empréstimos destinados a companhias aéreas com garantias do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC). A expectativa é que o fundo público libere cerca de R$ 4 bilhões a partir de 2026 para apoiar o setor.
O CMN é o principal órgão de política econômica do país, composto pelos ministros da Fazenda e do Planejamento, além do presidente do Banco Central. De acordo com o Ministério da Fazenda, as mudanças incluem a ampliação das formas de acesso ao FNAC, permitindo que as empresas cubram serviços como treinamento de pilotos e profissionais da aviação. Anteriormente, o uso era restrito à aquisição de aeronaves e componentes fabricados em território nacional.









