Resposta dos EUA ao ebola no Congo é prejudicada por proibições de viagem
As políticas do governo Trump que impedem o retorno de cidadãos norte-americanos expostos ao vírus atrasaram a resposta a um grave surto de ebola no Congo. Regras rígidas de quarentena e a redução no número de voluntários sobrecarregaram as equipes médicas locais, enquanto os casos ultrapassam a marca de 8000.
Os Estados Unidos impediram o retorno de profissionais de saúde infectados durante um surto de ebola na República Democrática do Congo que já matou mais de 4.000 pessoas.
Essa reversão de diretriz rompeu com décadas de precedentes federais que priorizavam o tratamento no exterior para cidadãos expostos durante emergências sanitárias.










