Preços do petróleo recuam 0,3% após alta impulsionada por metais preciosos
Os preços do petróleo recuaram 0,3% nesta terça-feira, após um aumento de mais de 2% na sessão anterior. Esse movimento foi impulsionado pela realização de lucros em metais preciosos, que gerou fraqueza nos mercados de commodities, apesar das tensões geopolíticas entre Rússia e Ucrânia.
Perspectivas:
Os preços do petróleo recuaram 0,3% nesta terça-feira, após uma alta de mais de 2% na sessão anterior, impulsionada pela realização de lucros nos mercados de metais preciosos. O petróleo Brent para entrega em fevereiro caiu 21 centavos, para $61,73 por barril, enquanto o contrato de março estava em $61,30, uma queda de 19 centavos. O petróleo WTI (West Texas Intermediate) também recuou 20 centavos, sendo negociado a $57,88. O movimento de queda nos preços do petróleo foi influenciado pela correção acentuada nos metais preciosos, como a prata e a platina , que caíram de máximas históricas na segunda-feira, levando investidores a realizarem lucros. Essa correção criou uma fraqueza generalizada nos mercados de commodities, conforme explicado pelo analista Ed Meir, que destacou o efeito dominó da correção nos metais preciosos sobre os preços do petróleo. Apesar da pressão de curto prazo, as tensões geopolíticas, particularmente entre a Rússia
RUe a Ucrânia
UA, continuam a representar riscos potenciais de interrupção no fornecimento. Moscou acusou Kiev de tentar atingir a residência do presidente Vladimir Putin vladimir putin, uma alegação que foi imediatamente rejeitada por Kiev. Além disso, o governo de Donald Trump donald trumpsinalizou possíveis ações contra o Irã
IRcaso este retome programas de mísseis balísticos ou armas nucleares, e advertiu o Hamas sobre consequências severas se não se desarmar. No contexto do mercado de petróleo, a Arábia Saudita
SA deve reduzir os preços do petróleo Arab Light para compradores asiáticos pelo terceiro mês consecutivo, refletindo preocupações com o excesso de oferta, mesmo em meio às tensões geopolíticas. O analista Ed Meir observou que, embora o mercado esteja precificando um excesso de oferta de petróleo ao entrar no primeiro trimestre de 2026, o equilíbrio entre as pressões técnicas de curto prazo e as preocupações estruturais de fornecimento permanece incerto.









