Reino Unido busca conter impacto econômico da crise no Irã
Starmer busca parcerias globais para conter o impacto da crise no Irã na economia britânica. O país enfrenta alta nos custos de empréstimos e na inflação.
O Primeiro-Ministro do Reino Unido, Keir Starmer, afirmou nesta segunda-feira que o governo britânico está em conversas com parceiros internacionais para reduzir o impacto econômico da crise no Irã sobre a população e os negócios. O país enfrenta riscos de inflação mais elevados do que outros vizinhos europeus em decorrência do conflito no Oriente Médio, o que amplia a pressão sobre a gestão de Starmer para tranquilizar consumidores e o setor privado. Durante um evento em Londres, o premiê ressaltou a necessidade de cooperação global para mitigar riscos. > O trabalho do governo é obviamente se antecipar, olhar para o futuro, trabalhar com outros e discutir com nossos parceiros internacionais o que mais podemos fazer juntos para reduzir o impacto provável sobre as pessoas aqui. Desde o início das hostilidades na semana passada, os custos de empréstimos do governo britânico subiram de forma mais acentuada do que os dos Estados Unidos, levando investidores a reduzirem as apostas em cortes de juros pelo Banco da Inglaterra. O cenário de incerteza também atinge o setor corporativo, onde empresas como a Colgate-Palmolive Company monitoram a pressão nos custos de produção e logística. Com a nova disparada nos preços do petróleo, Starmer reforçou que a duração do conflito é um fator determinante para a estabilidade econômica. > As pessoas sentirão que, quanto mais tempo isso durar, maior será o potencial de impacto em nossa economia.









