FMI pede corte de déficit e vê crescimento estável nos EUA
O FMI prevê crescimento contínuo para a economia americana em 2026 mas alerta sobre o endividamento. O fundo recomenda cortes no déficit fiscal do governo.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) instou os Estados Unidos[Country:{ "assets":{ "country":"US" } }] a reduzirem seus déficits fiscais em suas primeiras recomendações de política voltadas para a administração Trump. O organismo prevê um crescimento econômico constante para o país em 2026, embora tenha alertado para um caminho incerto em relação à inflação.

De acordo com o FMI, os déficits norte-americanos devem permanecer na faixa de 7% a 8% do Produto Interno Bruto (PIB) nos próximos anos. Esse patamar é mais do que o dobro das metas estabelecidas pelo Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent. Além disso, o fundo projeta que a dívida bruta consolidada do governo geral deverá atingir 140% do PIB até o ano de 2031.
As projeções indicam que, apesar da expansão econômica prevista, a trajetória fiscal exige ajustes significativos para garantir a sustentabilidade das contas públicas a longo prazo. O relatório destaca a necessidade de medidas concretas para conter o endividamento crescente em meio a um cenário de volatilidade econômica global.







