Georgieva defende revisão de quotas para fortalecer o FMI
Kristalina Georgieva defende a conclusão da revisão de quotas para ampliar o poder de fogo do FMI. O plano eleva os recursos em 50% e aguarda aval dos EUA.
A Diretora-Geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, destacou a importância de concluir a 16ª revisão de cotas para assegurar que a instituição mantenha um poder de fogo financeiro "assustador" no combate a crises globais. Aprovada em 2023, a revisão visa elevar os recursos de empréstimos em 50%, otimizando a utilização da capacidade total de US$ 1 trilhão do Fundo. Georgieva expressou otimismo quanto à aprovação da medida pelo Congresso dos Estados Unidos ainda este ano, ressaltando que o país é o maior acionista da organização. A diretora enfatizou que, embora o FMI possua reservas substanciais, a finalização do aumento das cotas é essencial para oferecer segurança financeira diante de incertezas futuras. > "Não é que estejamos ficando sem dinheiro, mas queremos ser tão fortes que, quando a crise chegar, ela olhe para nós, coloque o rabo entre as pernas e vá embora." Georgieva concluiu que o objetivo é garantir uma posição de força tamanha que a simples presença do Fundo desencoraje a propagação de instabilidades econômicas, classificando essa capacidade de intervenção como fundamental para a estabilidade global.






