Alemanha revoga partes de lei polêmica e libera aquecimento a gás
O governo de Friedrich Merz liberou aquecedores a óleo e gás com biocombustíveis. A medida anula a lei de 2023 e foca na liberdade de escolha dos proprietários.
Os partidos da coligação da Alemanha
DE chegaram a um acordo para remover partes fundamentais da lei de aquecimento de 2023, permitindo que os proprietários de casas continuem a instalar sistemas de aquecimento a óleo e gás. A decisão, anunciada neste dia 25 de fevereiro de 2026, substitui a exigência anterior de que a maioria dos novos sistemas utilizasse pelo menos 65% de energia renovável por quotas mínimas faseadas de combustíveis amigos do clima, como o biometano. Esta alteração modifica as obrigações regulamentares para as emissões dos edifícios num momento em que o governo procura ajustar a sua estratégia climática nacional.
O novo entendimento surge após a celebração do acordo de coligação e semanas de intensas disputas internas entre os partidos da coligação, que incluem os Verdes, o Partido Social-Democrata (SPD) e o FDP. O processo político envolveu figuras de destaque como Robert Habeck e os conservadores de Merz, representados por Friedrich Merz. A mudança reflete o esforço dos conservadores e dos demais parceiros para resolver impasses políticos sobre como atingir as metas ambientais sem sobrecarregar o setor de edifícios residenciais.










