G7 e UE avaliam medidas contra alta nos preços de energia
Ministros do G7 e líderes da UE discutem nesta terça-feira a alta nos preços de energia após o conflito no Irã. O bloco avalia medidas fiscais para conter custos.
Os ministros de energia do G7 e líderes da União Europeia realizam chamadas de emergência nesta terça-feira para discutir a escalada nos preços de energia provocada pela guerra no Irã. Os preços do petróleo atingiram na segunda-feira os níveis mais altos desde meados de 2022, impulsionados pelo temor de cortes na produção do Golfo e interrupções no tráfego de petroleiros.

O G7, composto pelos Estados Unidos, o Canadá, o Japão, a Itália, o Reino Unido, a Alemanha e a França, manifestou prontidão para implementar medidas necessárias, embora não tenha se comprometido com a liberação coordenada de reservas de emergência. Antes mesmo da crise iraniana, os custos de energia na Europa já eram tipicamente superiores aos da China.
O Ministro das Finanças francês, Roland Lescure, afirmou que a oferta permanece estável no momento.
Atualmente, não há problemas de fornecimento nem na Europa nem nos Estados Unidos.
A vulnerabilidade europeia é significativa, visto que o bloco importa mais de 90% do seu petróleo e cerca de 80% do seu gás. Empresas de infraestrutura como a Natural Gas Services Group, Inc. acompanham a volatilidade do setor, enquanto a indústria de base, representada por grupos como a Oiles Corporation, enfrenta pressões nos custos operacionais.
À noite, líderes europeus incluindo o Chanceler alemão Friedrich Merz, a Primeira-Ministra italiana Giorgia Meloni e o Primeiro-Ministro da Bélgica, Bart De Wever, discutirão a competitividade regional. A Comissão Europeia avalia medidas que incluem mudanças em impostos e no preço do carbono. Para a SGL Carbon SE e outras indústrias eletrointensivas, o custo do carbono representa cerca de 11% das despesas com eletricidade, tornando o tema central para as discussões de cúpula na próxima semana.











