Engie estuda minerar bitcoin para reduzir perdas em usina solar no Nordeste
Engie avalia usar mineração de bitcoin para reduzir o desperdício na usina Assu Sol. O plano visa contornar restrições de escoamento na rede elétrica.
Perspectivas:
A Engie Brasil Energia S.A. está avaliando a instalação de sistemas de armazenamento de energia ou de centros de processamento de dados voltados para a mineração de bitcoin em seu complexo solar Assu Sol, situado no Brasil
BR. A iniciativa, que ainda está sob discussão interna, busca reduzir os cortes de geração, conhecidos como curtailments, que têm impactado negativamente a rentabilidade do empreendimento. Essa movimentação surge como uma resposta direta às limitações da rede elétrica e às perdas financeiras decorrentes de restrições de despacho que afetam a viabilidade econômica de grandes projetos de energia renovável.
O complexo Assu Sol possui uma capacidade de 895 MWp e representa o maior projeto solar da Engie em escala global. O empreendimento iniciou suas operações comerciais completas neste mês, mas já enfrenta os desafios impostos pelos cortes de geração. A empresa, originária da França
FR, analisa essas alternativas tecnológicas para proteger o retorno sobre o investimento diante das restrições técnicas observadas no sistema de transmissão nacional.






