China amplia pressão econômica contra os Estados Unidos
Pequim aprovou novas leis para punir empresas estrangeiras e restringir tecnologias essenciais. As medidas visam fortalecer a posição chinesa antes da reunião.
Sob a aparente calmaria de uma trégua comercial com os Estados Unidos, a China está expandindo rapidamente seu arsenal de pressão econômica. Embora Pequim tenha evitado críticas diretas ao governo americano e sinalizado interesse em um encontro positivo entre os líderes das duas potências, o país asiático moveu-se para institucionalizar mecanismos que visam punir entidades estrangeiras e proteger suas cadeias de suprimentos.
Desde outubro passado, o governo chinês promulgou leis para penalizar empresas que retirem suas produções do país, endureceu o regime de licenciamento de terras raras e baniu chips de inteligência artificial estrangeiros de centros de dados financiados pelo Estado. Além disso, softwares de cibersegurança vindos de Israel e do mercado americano foram barrados em empresas chinesas.










