Candidatos do Brasil prometem ajustes fiscais
Os candidatos à presidência do Brasil, Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, propõem estratégias fiscais concorrentes para estabilizar a dívida pública. Ambos evitam detalhar medidas politicamente custosas necessárias para atingir suas metas antes das eleições de outubro.

Os concorrentes à presidência do Brasil apresentam cronogramas fiscais bastante divergentes antes das eleições do próximo mês, mas ambos evitam detalhar cortes de gastos politicamente sensíveis. A disputa ocorre no momento em que a dívida pública bruta atinge 82,5% do PIB, impulsionada em grande parte pela elevação no pagamento de juros. Os investidores pressionam por compromissos concretos para estabilizar as contas públicas e reduzir os custos de empréstimos na maior economia da América Latina.









